Quando alguém pensa na Inglaterra, surge imediatamente uma imagem cinzenta! Sim..o nevoeiro por cá é diário. O tempo é instável e as cores são escuras. Não é o melhor país do mundo e, também por isso, os ingleses viajam tanto e chegam a mudar-se de vez para países onde o sol raia regularmente.
No entanto, o que muitos desconhecem é que quando os dias começam a ser maiores e mais quentes, por mais que esteja frio ou a chover, no final do dia o Sol presenteia-nos com a sua presença. Vem como que acalentar o nosso coração, fazer sorrir a lua antes de iluminar a noite!
Hoje, mal o vi pensei para mim mesma: Que maravilha! Tenho noção que o dia foi cinzento, que a chuva caiu, a temperatura esteve baixa mas o sol apareceu. Sim! Ele veio! Para me lembrar que esteve sempre lá! Para me recordar que o cinzento não dura para sempre e que antes mesmo que venha a noite e a esperança de vê-lo acabe, ele sempre aparece!
No fim de semana passado vi uma imagem de pessoas encurraladas num precipicio. Não tinham por onde fugir e olhando para as circunstâncias ao redor, podiamos exclamar: eles vão morrer! Enquanto os observava passar a noite (tratava-se de um filme), veio uma certeza ao meu coração: às vezes a vida traz dessas surpresas. Parece que tudo terminou ou que estamos encurralados sem ver uma solução. Procuramos respostas em relação a tantos assuntos. Precisamos resoluções, finais felizes, certezas de que tudo ficará bem! E, olhando para minha vida, um sorriso iluminou o meu rosto. Sim! Tudo tem uma solução. Tudo tem uma resposta. Tudo tem um final.
Quando Deus está no controlo, as ondas batem, o barco treme, mas nós permanecemos agarrados. Balançamos com o vento, levamos com a tempestade mas olhamos para Jesus que vai lá à frente no leme. E, olha com atenção. Consegues ver o mesmo que eu? Ele está a sorrir. Ele diz: CALMA! Tudo passará em breve e o sol raiará outra vez!
A vinda do sol hoje trouxe essa certeza ao meu coração. No luto, na angústia, na doença, na bancarrota, na mágoa, na perda, na dor: Deus está contigo. Nunca compreenderás tudo mas resta a certeza de que o amor Dele será o suficiente para a jornada. Ele enche a tua mochila com paz, com alegria, com força, determinação e ousadia. Amanhã será melhor! O Sol voltará a aparecer, mesmo que seja no final do dia e a esperança renasce! Guarda-a dentro de ti para quando a noite surgir e a fé levar-te-á ao encontro da fidelidade de Deus.
Coragem e força! Deus e os seus anjos cercam-te em volta. Tudo ficará bem! :)
"O choro pode durar uma noite, mas a alegria vem pela manhã". (Bíblia)
Cátia
Quantos de nós oramos vezes sem conta por algo que demora a acontecer? E quantos oraram por algo que não se concretizou? Por alguém que acabou por morrer? Pelo emprego que não alcançaram? Pelos objetivos que não chegaram a traçar?
A fé concretizada em oração desfalece muitas vezes pela nossa incompreensão mediante as decisões de Deus. Somos testados, entristecidos, angustiados à exaustão pelas respostas a orações que não correspondem às nossas expectativas. Por outro lado, saltamos de alegria mediante uma cura inexplicável, uma resolução sobrenatural, uma necessidade suprida.
Creio que a oração, mais que petição, é conhecimento de Deus. Esse conhecimento revelado através da intimidade do tempo que passamos com Ele e da Sua própria palavra, acalma-nos mediante respostas consideradas negativas.
Nunca pensaram: "Quem é este Deus que me ajudou a encontrar um lugar de estacionamento ontem à noite num lugar repleto e não curou aquela enfermidade do meu filho". Ou como dizia alguém no trabalho: "Como ele pôde levar a minha filha de 2 anos e não matou o maldoso Hitler antes do massacre do holocausto?". As respostas tornam-se dificeis para quem não se propõe conhecer a Deus.
A Bíblia parece um livro de história imaginárias, se não possuirmos um entendimento de quem é Deus e de como aprendemos com cada uma das personagens que privaram com Ele.
Conhecer Deus implica orar. Implica perseverar e jamais desistir.
Já passei muito tempo em oração chorosa e angustiante diante de situações muito dificeis. Enquanto orava, nada podia estar a acontecer no universo material, mas algo acontecia no intimo de mim que me enchia, se assim posso dizer. Sim, enchia-me de amor, de paz, de serenidade, porque quando Deus está no comando até as situações dificeis se podem tornar bençãos.
Enquanto não orares, enquanto não caminhares de mãos dadas com este Mestre, não poderás desfrutar da paz em situações avassaladoras. E, talvez, nunca tenhas resposta para as questões profundas mas a tua confiança aumenta de tal forma que apenas deixas Deus controlar a tua história e caminhas ao sabor do vento do Espírito Santo, que te conduzirá em paz.
Por isso, qualquer que seja a tua dúvida, frustração, questão. Qualquer coisa que procures em Deus, não desistas de orar. P. U . S . H significa em inglês "empurrar, incitar", é uma ação que implica dinâmica, movimento. Podemos usar as iniciais para dizer Pray (ora) Until (até que) Something (alguma coisa) Happens (aconteça). Se desistires, nunca saberás o que estava guardado para ti mais à frente.
ORAR é MUITO IMPORTANTE! Precisamos orar, abrir o coração, dar-lhe tudo e deixá-lo no comando.
Sei que não vamos entender tudo. É dificil. Sim...a caminhada aqui é muito dificil. Perdemos pessoas, somos apanhados por fortes correntes de turbulência, mas uma coisa eu sei: Deus está connosco e tenho plena convicção que preparou uma casa bem melhor junto Dele na eternidade, onde não há dor ou choro.
Continua a orar, a pressionar, a lutar! Acharás um rio de águas vivas que te dará a vida que precisas para continuar. Quando menos esperares, Deus abre as comportas e o rio encherá todo o teu ser! Tudo ganhará vida e força de novo! Ele falará e tu verás a vitória.
Não vamos desistir das promessas, pois Deus é Deus de pactos!
Just P.U.S.H!!!
Amar os outros pode ser uma tarefa, verdadeiramente, dificil. Principalmente quando se trata de pessoas que nos magoaram, irritaram, prejudicaram. Agrava ainda mais a situação se tudo isso foi intencional.
Na semana passada, senti-me profundamente irritada com uma chefe de um dos departamentos onde trabalho. Não teve a melhor atitude comigo, não usou as melhores palavras e descartou-me como se faz com qualquer objeto sem valorizar os meus sentimentos. Senti-me tratada como um número qualquer ou um objeto!
Esta semana passei pela sala onde ela estava reunida com os funcionarios. Olhei e pensei com os meus botões: "Lá está aquela tonta". Depois, refleti. Bem, é completamente surreal conseguir gostar daqueles que nos humilham deliberadamente. É impensável ter bons sentimentos em relação a alguem que nos prejudica, odeia, trapaceia. Mas a Bíblia diz que isso é que tem valor e não somente amar quem nos ama.
Ainda esta manhã enviei uma mensagem à minha mãe para lhe dizer que a amo. Liguei ao meu marido e desliguei com as mesmas palavras e enviei algumas mensagens às minhas amigas, reconhecendo o valor que têm que ultrapassa muito o de rubis.
Mas conseguir produzir boas atitudes, pensamentos positivos e até mesmo a simples tarefa de orar por aqueles que apelidamos de nossos malfeitores, é uma pedra num sapato que magoa até conseguirmos retirá-la definitivamente.
Então, pensei. Todas as vezes que a amargura, a raiva, o ódio, a inveja, a mágoa vierem bater à porta do meu coração, vou pedir a Jesus que abra. Tenho a certeza que Ele vai colocar isso tudo para fora e encher-me de perdão, amor, paz e sabedoria.
Precisamos saber usar o confrontamento quando necessário, agir com a sabedoria que encontramos na amizade que temos com o Espírito Santo e seguir em frente. Sim. Descartar completamente o lixo que ocupará a mente e que só virá a produzir raízes de amargura e de tristeza.
Isto é ainda mais importante no ambiente de Igreja. Somos irmãos, filhos do mesmo Pai que se entristece quando vê os filhos em brigas, mexericos e dissenções. Quantas vezes na vossa vida ouviram dizer: "É por isso é que não quero pertencer à Igreja". E essas pessoas vivem longe do propósito d
e Deus, porque muitos que se dizem cristãos não seguem verdadeiramente os passos de Cristo. A Igreja necessita praticar a comunhão! A Igreja precisa comportar-se como noiva - limpa, linda, cuidada, feliz! A Igreja precisa reaprender a amar - os outros como a si mesma. Reconhecer o valor das pessoas e honrá-las. Ser feliz com a felicidade do próximo.
Basta de crítica, basta de peso da superioridade, basta de tudo o que nos desfoca do amor de Deus, que nos fascina e nos transforma. Vamos lutar uns pelos outros até onde puder ir a nossa força, depois é com Deus que faz o restante.
Primeiro passo para resolver um conlito: ORAR! (E não expo-lo no facebook para 1500 comentarios de raiva, amargura e dor surgirem no mesmo momento). Não estamos cá para nos destruirmos mas para edificarmos um reino baseado na liberdade, no amor e na sinceridade de relacionamentos.
Deixa Jesus na porta do teu coração. Ele vai guardá-lo e impedir a entrada daquilo que nos prejudica!
Cátia
Recentemente sofri um golpe no meu coração. Uma grande amiga deixou este mundo e isso significa que não vou poder mais abraçá-la, olhar para o rosto dela, rir, abraçar, etc.
Conheci-a há uns aninhos através do meu pastor da altura. Eram amigos de vários anos. A empatia foi imediata. Nesse mesmo dia, foi até minha casa, ensinou-me a fazer uma sobremesa docinha e calórica (mousse de bolacha oreo). O meu marido gostou dela na hora e construiram também um bom relacionamento. Nesta ultima passagem de ano, o T. pensou muito nela e resolveu fazer a sobremesa, depois de tantos anos.
A E. era muito despachada, amorosa. Pensava constantemente no bem-estar do outro. Ligava-me quase todos os dias. Riamos e chorávamos. Partilhava comigo as angústias do trabalho. Fazia rissois deliciosos. Sempre que nos visitava, trazia-me de todas as qualidades. Eu e a minha mãe encomendávamos. Sabem para que servia o dinheiro? Para ir até Marrocos fazer missão durante as férias do Verão.
Sabes, a E. era "Sra Contina" e brincava muito com esse termo. Fazia amizades facilmente, estava lá para o que desse e viesse. A minha Igreja gostava muito de a receber!
Sempre que alguem conhecido ia ao hospital de Coimbra (nunca pelos melhores motivos), eu pedia à E. para lhes fazer companhia. E ela fazia. Lá estava, a acompanhar as pessoas com todo o amor que tinha.
Saí de Portugal e não tive mais oportunidade de a ver. Contou-me projetos e objetivos mas escondeu-me a doença. Só soube em Dezembro. Disse que não achava que me devia preocupar. Chorei de dor. Tentei ir vê-la. Mas, por diversas razões, não foi possível!
Sábado deixou-nos.
Entre lágrimas, suspiros, saudade e angústia, pensei em como cada um de nós pode ser inspiração para o outro. Existem pessoas que pela forma simples de ser, pelo amor enorme que têm no coração, pelas atitudes de compaixão e pela dedicação a Cristo, inspiram-me. Simplesmente, motivam-me! Sim...animam-me a ser mellhor. Encorajam-me a prosseguir, a saber abraçar, a ver o que os outros não vêem, a amar de forma pura, sincera, incondicional.
Se nos enconrajarmos uns aos outros, inspiramo-nos!
A E. inspira-me a amar, a cuidar, a lutar pela restauração das vidas, das circunstancias, das familias!
O legado dela é maior.
Fica a recordação! Eu e a E. costumavamos dizer: Vamos ali rebolar na relva e ver o por-do-sol. Vamos ser felizes, vamos esquecer-nos do mundo e focarmo-nos no céu. Por um momento, sorriamos com as lagrimas nos olhos e eramos felizes... :)
A minha convicção e paz é que ela está feliz! Ela está com o Pai que ela amava - Deus! Por isso, estou tranquila, sabendo que um dia vamos rebolar juntas no piso fantastico do céu e aí sim seremos felizes para sempre!....
Qual é o nome pelos qual os teus colegas te conhecem? Quais os adjetivos usados pelos teus pais ou professores para te caracterizarem? Onde está baseada a tua identidade?
És igual a ti mesmo ou procuras agradar a todos?
Sem identidade, não cumprimos qualquer propósito especifico que tenha sido desenhado para nós. Não nos encontramos, não sabemos quem somos, não nos concretizamos!
Precisamos descobrir essa identidade para que vivamos tudo em absoluto, em força e sem frustração.
Diz Génesis 1.26 que fomos criados à imagem de Deus. Em Cristo, alcançámos a Salvação e ao aceitar que o sacrifício Dele na cruz foi por nós e que Ele levou os nossos pecados, passamos a ser chamados filhos de Deus (IJoão3:1), Jesus vai mais longe, afirmando que se partilhamos com Ele e lhe obedecemos podemos ser chamados de Seus amigos (João 15:14 e 15). Em I Pedro diz que somos raça eleita, sacerdotes, ou seja, com acesso direto ao Pai. E II Corintos 2:15 e 16 afirma que somos o bom perfume de Cristo.
Será que temos noção de tudo isto? Vivemos com a percepção completa de que temos direitos e deveres como filhos, amigos, eleitos, fragrâncias de bondade, amor e justiça? É assim mesmo?
Vivemos na autoridade de Cristo, no amor não fingido, na paciencia e humildade que O caracterizam? Entendemos que esta identidade surge de um relacionamento que estava quebrado por causa do pecado mas que agora foi restaurado e isso permite que vivamos completamente livres?
Onde está a tua identidade? Deus diz quem tu és. Criado à Sua imagem, para aperfeiçoamento contínuo no caminho da vida. Ele promete estar sempre contigo e sabemos que nada nesta vida nos pode separar do Seu amor. Logo, somos amados, aceites e protegidos! E ainda temos um exercito de anjos que luta a nosso favor!
Agarra essa identidade com todas as forças. Sabendo quem és, estarás habilitado para cumprir a tua missão! E Ele gosta que sejas tu próprio, um vaso em constante modelação, mas com características próprias. Em muitos e muitos anos, imensas gerações, em todos os lugares nunca existiu e nunca existirá ninguém igual a ti!
Por isso aceita-te, porque Deus já te aceitou! E vive certo que aceitando tudo o que Ele te deu e sendo herdeiro do que Ele tem, há uma vida de novidade a cada instante. Usa o poder que te confia, o amor que te entrega, a sabedoria que te revela, o discernimento que te concede e impacta um mundo escurecido pelas trevas da ignorância, da maldade, do pecado!
Surpreende-te pela força que essa identidade pode exercer para quem ainda não deixou Cristo reinar nas suas vidas.
Até breve!
Como é bom ir a casa da minha mãe. Já não é a casa onde cresci, mas é como se fosse. E o sentimento é o mesmo quando entro na casa dos meus sogros. Ali sinto-me à vontade, como se vivesse lá. Estico-me no sofá, abro o frigorifico, os armários. Sirvo-me. Ando pela casa, com o conhecimento de quem se sente bem-vinda, amada e protegida.
Não preciso pedir para me servir. Não preciso procurar para encontrar algo. Não necessito cerimónias! Estou no meu território e aí encontro intimidade, equilíbrio, segurança!
Sou tratada como filha e respondo como isso mesmo...filha! ... pertenço ao coração da minha mãe e desfruto do que ela tem e para ela é um prazer poder servir-me e ter a minha companhia.
Amo voltar...provar do tempero dela, ouvir as histórias de sempre, ajudá-la nos afazeres e aproveitar os momentos juntas! Não é assim convosco?
Agora pensemos nos órfãos. Por diversas razões, ficaram sós. Não tiveram a presença dos pais, o privilégio de sentir o aconchego de um lar. Então criam dificuldades no relacionamento, na confiança, na entrega. Criam receios, não têm onde repousar e quando lhes é dado um lar, leva algum tempo a que se habituem à ideia de que agora tudo aquilo é deles também. Pouco a pouco vão-se entregando e criando laços.
Como temos sido perante Deus? Aquele que não nos deixou órfãos, mas nos deu o privilégio de sermos chamados filhos. Será que temos desfrutado de tudo o que o Pai tem ou temos sido órfãos receosos e sem confiança? Tratamos a casa do Pai como a nossa? usufruímos de tudo o que ela tem? Abrimos o frigorifico? Tiramos os iogurtes de bênção, unção, presença, paz, fé? Temos intimidade com ELE? Corremos para casa Dele, para um conselho? Amamos passar tempo com Ele? Partilhar as tarefas, ouvi-lo com satisfação?
Desfruta de tudo o que o Pai tem, como filho. Não percas nenhum dos benefícios de ser filho de Deus! Não és órfão e, mesmo que o sejas de pai e mãe, não és no Espírito! Deus chama-te filho e quer ser teu Pai em todos os tempos da tua vida!
Por isso, vive como filho! Entra na casa do Pai, demora-te por lá, passa tempo de qualidade, desfruta da Sua presença e recebe os abraços e aconchegos do Pai, sem medos, sem constrangimentos. Afinal, ali é a tua casa!!
Abracinho e até ao próximo texto,
Cátia
Jonas é uma personagem engraçada. Deus manda-o a Ninive falar com as pessoas por causa do pecado e ele, conhecendo a misericórdia de Deus, prefere não ir. Foge ao seu destino alegando que ia fazer figura triste pois Deus iria ter compaixão e perdoar todo o povo. Ficou tão descontente que pediu a morte. Já fora da cidade, acampou ao sol. Nasceu uma aboboreira para protegê-lo mas durou muito pouco. Logo, o bicho veio e comeu-a. Jonas passou tão mal, que desmaiou. Desejou a morte com toda a força. Deus ensinou-lhe uma boa lição. Ele estava irritado com tudo...a cidade, a aboboreira e parecia dramático demais até. Jonas percebeu a lição sobre o amor e compaixão de Deus que se preocupava com a sua criação naquela cidade.
A reputação de Jonas não era o importante, mas as vidas que estavam na cidade!
Jonas via o seu pequeno mundo. Lá ia ele advertir o povo, dizendo que em quarenta dias a cidade ia ser destruída por causa do pecado. Era um agente de más noticias. Depois, o povo arrependia-se e o que iria acontecer? Deus iria ter misericórdia do povo e nada disso aconteceria. E quem é que ficava mal? Ele mesmo.
Jonas não viu que havia algo muito maior que ele. Existia algo muito superior à opinião que pudessem ter sobre ele. Não viu que o seu caminho não seria em vão. Concentrou-se nele mesmo e em pouco mais. Na verdade, as palavras que ele entregou ao povo levaram o mesmo a um arrependimento sincero, e Deus, no seu amor incondicional, perdoou-os e salvou-os!
Vamos desconstruir-nos de nós mesmos? O que interessa mais? Ficar bem visto e cair nas graças de todos ou falar o que é verdade para que o nome de Jesus seja anunciado em toda a parte? Falar mansinho com a mentira ou ferir com as verdades para que possamos originar mudança nos outros? Aderir às modas e culturas seculares ou ter uma opinião apoiada pela palavra?
Não conseguiremos agradar a todos. E isso nunca deve ser o nosso interesse. Marcar posição sobre assuntos como aborto, divorcio, etc. não nos faz "coitadinhos" mas dadores da vida!
Estar atentos como pais, educadores, formadores requer de nós vigilância e discernimento espiritual.
Sair da zona de conforto e denunciar o pecado é a nossa missão. Amar e orientar é o nosso desafio!
Por isso, vamos minimizar o ego, as consequências próprias, os nossos interesses e levantar o plano Maior de salvação para toda a humanidade, o amor de Cristo por TODAS as pessoas e não só pelas que nós amamos ou que consideramos moralmente boas.
Bom fim de semana!
Catia